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Um de nossos moderadores teve a honra de poder entrevistar o ex-diretor de Hogwarts, e um dos maiores bruxos de todos os tempos, Alvo Percival Wulfrico Brian Dumbledore! Para isso, conseguimos um modo de chegar até o lugar que ele se encontra depois de ter falecido, que segundo o senhor Harry Potter, se assemelha com uma estação de trem. Confira no que deu:

ENTREVISTADOR: Bom di... noi... Er, olá Professor Alvo Dumbledore!
DUMBLEDORE: Caro jovem, é um prazer recebê-lo em meu... Er, neste lugar! Sentemo-nos naquele banco onde há uma criatura estranha embaixo.
ENTREVISTADOR: Obrigado... [Hesitante] Bom, vamos dar início a entrevista. Professor Dumbledore, o senhor pode nos fornecer uma dica de como ajudar um jovem aluno que esteja se aproximando das Artes das Trevas?
DUMBLEDORE: É consecutivamente necessário nas horas mais sombrias, se lembrar sempre de  ascender a luz, como digo aos meus alunos. No entanto, os gastos de eletricidade dos trouxas estão elevando a cada tempo, e para uma melhor economia de energia, sugiro que ao em vez de se ascender a luz, colocar o senhor Edward Cullen ao sol seria mais prático. [Risinhos contidos]
ENTREVISTADOR: Mas professor, isto não seria prejudicial à vista das pessoas? Alguma crítica aos romances de Stephenie Meyer?
DUMBLEDORE: De fato, seria nocivo de várias maneiras, admito. Porém, a cada escolha feita se espera no mínimo uma conseqüência. Quanto a Sra. Meyer, de forma alguma criticarei, deixe-a sonhar em paz, porque nos sonhos entramos num mundo inteiramente nosso. Deixe que confunda fadas mordentes com vampiros, ou torne lobisomens em exímios fisiculturistas.
ENTREVISTADOR: [Boiando] Sim... claro. Bom, e sobre Harry Potter senhor, ele já foi alguma vez influenciado pelas Artes das Trevas? O que achou da conduta de seu aluno?
DUMBLEDORE: Oh, estava prevendo que perguntas sobre Harry não iriam tardar. [Entrevistador constrangido] Pois bem, acreditei em Harry James Potter desde a noite em que Sibila Trelawney previu aquela profecia para mim. Mas não somente por Sibila ter dito aquilo, mas pela quantidade de amor incontestável que envolveu a família de Harry, um amor que nenhum bruxo das trevas obteria derrotar. James e Lílian ensinaram a Harry em meses o que pais não conseguem ensinar aos seus filhos em uma vida! E Harry foi tentado sim, de várias formas, pelas Artes das Trevas, mas elas fraquejaram, pois ele nasceu já com virtudes!
ENTREVISTADOR: Os amigos de Harry Potter possuem créditos sobre a vitória contra o Lorde das Trevas?
DUMBLEDORE: [Desdém] Meu caro, o que seria de Harry Potter sem os amigos? São eles que revitalizam o amor dentro de nós. Hermione Granger, Rony Weasley e os demais companheiros de Harry, ajudaram a chama do amor de Lilian e Tiago nunca se apagar dentro dele.
ENTREVISTADOR: E quanto o senhor o ajudou, professor?
DUMBLEDORE: O mínimo amigo, o mínimo. Foi Harry quem mais me auxiliou... A velhice é tola e esquecida quando subestima a juventude, sabe? Oh, como este menino – agora um homem – conseguia mostrar-me os meus erros da forma mais inocente... [Alisando a barba]
ENTREVISTADOR: Pois bem. Agora, se não for um incômodo, pode nos dizer um pouco mais sobre seu relacionamento com Gerardo Grindelwald?
DUMBLEDORE: É um incômodo. [Sorriso amarelo]
ENTREVISTADOR: Mas Rita disse...
DUMBLEDORE: Cada qual acredita que o que tem a dizer é muito mais importante do que qualquer coisa que o outro tenha a contribuir! Mande este recado à Sra. Skeeter.
ENTREVISTADOR: Ok, professor. Como última pergunta... Como saio desta estranha estação?
DUMBLEDORE: Harry não citou algo como girar a Pedra da Ressureição ou transformar-lhe em um horcrux?
ENTREVISTADOR: Creio que não! [Desespero]
DUMBLEDORE: Oh, ele deve ter achado muito arriscado. Bom, neste caso, prevejo que o senhor terá que passar a eternidade aqui em minha companhia... [Falsa compaixão] Aceita um sorvete de limão?
ENTREVISTADOR: [Engolindo seco]

Postado por @FromHogwarts sábado, 27 de novembro de 2010 1 comentários Ler Mais

Como os resultados da Sexta Horcrux estavam previstos para ontem e meu horário online não conincidiu com o do Profeta Diário, assim como hoje, estarei divulgando os resultados aqui no nossa blog (pois nã tenho acesso ao blog do jogo) e agora.

SENHA DA SEXTA HORCRUX:
HÓQUEI

TOTAL DE ENVIOS DE SENHAS:
31

ACERTOS:

@Maiza_Hermi 11/18/2010 19:54:27

@viane100 11/23/2010 19:25:49

@maferrazc 11/23/2010 20:43:37


ATENÇÃO: Os resultados da Sétima e o Resultado Final consequentemente foram adiados para amanhã, sexta-feira.

Postado por @FromHogwarts quinta-feira, 25 de novembro de 2010 0 comentários Ler Mais

Imagina um mundo onde os deuses do olimpo ainda estivessem vivos, ainda se apaixonam por mortais e geram filhos metade deuses, metade humanos, como os heróis da Grécia antiga. Marcados pelo destino, eles dificilmente passam da adolescência.. Essa é a realidade abordada pelo autor Rick Riordan, que escreveu esse best seller dividido em cinco livros, onde mistura lendas da mitologia grega com aventuras no século XXI.

O Ladrão de Raios: O primeiro volume da saga, nele Percy descobre que é um semi-deus, e o principal suspeito por roubar um artefato precioso do monte olimpo, para restaurar a paz, ele e seus amigos terão de fazer mais do que capturar o verdadeiro ladrão: precisam esclarecer uma traição mais ameaçadora que a fúria dos deuses.

O Mar de Monstro: No segundo volume da saga, Percy e seus amigos partem em busca do velocino de ouro, único artefato mágico capaz de proteger o acampamento Meio-Sangue da destruição. É com está missão que ele e os campistas partem para uma viagem pelo Mar de Monstro, onde deparam com seres fantásticos, perigos e situações inusitadas, que põem à prova seu heroísmo e sua herança. Está em jogo a existência de seu refúgio predileto e, até então, o lugar mais seguro do mundo para eles. Nosso herói ainda precisará confrontar um mistério atordoante sobre sua família.

A Maldição do Titã: Nesse terceiro livro da série, um chamado do amigo Grover deixa Percy a postos para mais uma missão: dois novos meios-sangues foram encontrados, e sua ascendência ainda é desconhecida. Como sempre, Percy sabe que precisará contar com o poder de seus aliados heróis, com sua leal espada Contracorrente... e com uma caroninha da mãe. O que eles ainda não sabem é que os jovens descobertos não são os únicos em perigo: Cronos, o Senhor dos Titãs, arquitetou um de seus planos mais traiçoeiros, e os meios-sangues estarão frente a frente com o maior desafio de suas vidas: A Maldição do Titã.

A batalha no Labirinto: O Monte Olimpo está em perigo. Cronos, o perverso titã que foi destronado e feito em pedaços pelos doze deuses olimpianos, prepara um retorno triunfal. O primeiro passo de suas tropas será atacar e destruir o campo de treinamento dos heróis, filhos de deuses com mortais, que desde a Grécia Antiga combatem na linha de frente em defesa dos olimpianos. Para assegurar que esse refúgio de semideuses não seja invadido, Percy Jackson e e seus amigos são destacados para uma importante missão: deter as forças de Cronos antes que se aproximem do acampamento. Para isso, será preciso sobreviver ao emaranhado de corredores do temido Labirinto de Dédalo - um interminável universo subterrâneo que, a cada curva, revela as mais aterrorizantes surpresas.

O Último Olimpiano: Neste maravilhoso desfecho da série os meios-sangues passaram o ano inteiro preparando-se para a batalha contra os titãs, e sabem que as chances de vitória são pequenas. O exército de Cronos está mais poderoso que nunca, e cada novo deus ou semideus que se une à causa confere mais força ao vingativo Senhor do Tempo. Enquanto os olimpianos se ocupam de conter a fúria do monstro Tifão, Cronos avança em direção à cidade de Nova York, onde o Monte Olimpo está precariamente vigiado. Agora, apenas Percy Jackson e seu exército de heróis podem detê-lo. Nesse quinto livro da série, o combate que pode acarretar o fim da civilização ocidental ganha as ruas de Manhattan, e Percy tem a terrível sensação de que sua luta, na verdade, é contra o próprio destino. Revelada a sinistra profecia acerca do décimo sexto aniversário do herói, ele enfim encontra seu verdadeiro caminho.


A série Percy Jackson e os olimpianos acaba com uma nova profecia, e o autor Rick Riordan já deu continuidade no trabalho com o "The Heroes of Olympus Book One - The Lost Hero" com previsão de lançamento aqui no Brasil somente no começo de 2011.

Postado por @FromHogwarts quinta-feira, 18 de novembro de 2010 0 comentários Ler Mais

Crítica de Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 1 por Pablo Villaça (na minha opinião, o melhor crítico do país) do Cinema em Cena.

Dirigido por David Yates. Com: Daniel Radcliffe, Emma Watson, Rupert Grint, Ralph Fiennes, Helena Bonham Carter, Bill Nighy, Bonnie Wright, Alan Rickman, Richard Griffiths, Jason Isaacs, Tom Felton, Timothy Spall, Peter Mullan, Robbie Coltrane, Brendan Gleeson, John Hurt, Evanna Lynch, Rhys Ifans, Imelda Staunton, Rade Serbedzija, Miranda Richardson, Warwick Davis e Michael Gambon.


A saga (aqui, sim, o termo se aplica) Harry Potter teve início de maneira tão inocente que seu público-alvo abrangia espectadores que iam dos 5 aos 100 anos de idade. Embora já lidassem com a ameaça representada por Lorde Voldemort, os primeiros filmes investiam num tom leve e brincalhão, como se buscassem nos assegurar de que nada de grave poderia realmente acontecer aos personagens – e, assim, ver a irmã de Tio Válter inchando como um balão ou acompanhar uma agitada partida de quadribol eram eventos tão relevantes para a trama quanto os planos de Você-Sabe-Quem. Isso, porém, ficou para trás e, neste sentido, Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 1 é tão recomendado para um espectador de 5 anos de idade quanto O Exorcista, já que sua narrativa já é iniciada com notícias sobre famílias trouxas assassinadas e logo traz imagens perturbadoras de um cadáver com os olhos abertos e prestes a ser devorado por uma cobra gigantesca, garantindo anos de terapia para a pobre criança que entrou no cinema esperando ver bruxinhos rindo de uma poção mal preparada.
Completamente mergulhado num tom sombrio e tenso desde os primeiros segundos de projeção, Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 1 (de agora em diante, Harry Potter 7.1) se passa em um mundo em guerra: cruzando a fronteira entre o mundo mágico e aquele habitado pelos trouxas, as maquinações de Voldemort (Fiennes) já atingem os humanos, obrigando a jovem Hermione (Watson), por exemplo, a apagar a memória dos pais e qualquer traço de sua própria existência a fim de protegê-los, ao passo que os cruéis tios de Potter (Radcliffe) finalmente têm seus piores temores sobre os bruxos confirmados ao serem obrigados a fugir rapidamente da casa na qual viveram por décadas. Assumindo o controle do Ministério da Magia, os Comensais da Morte agem como todos os ditadores que assumem através de um golpe de Estado, insistindo em assegurar a população de que tudo continuará a funcionar normalmente enquanto usam a força para suprimir qualquer oposição, empregando ainda a mídia como forma de repugnante propaganda. Perseguidos e amedrontados, Harry, Hermione e Rony (Grint) decidem então que a única chance que possuem reside na destruição das horcruxes que contêm pedaços da alma de seu inimigo e, assim, partem em busca dos objetos numa missão arriscada e exaustiva.
Mais uma vez adaptado por Steve Kloves a partir do livro de J.K. Rowling, o roteiro cria uma atmosfera de desconfiança e paranóia que obriga os heróis a se certificarem constantemente de que aqueles que os cercam são realmente seus amigos através de perguntas específicas sobre experiências em comum – e a impecável fotografia de Eduardo Serra salienta este clima tenebroso através de uma paleta dessaturada que ora investe no cinza, ora no preto mais impenetrável – e o uso de locações desoladas e com ar pós-apocalíptico ressaltam a ameaça de um mundo controlado por Voldemort. Além disso, a câmera inquieta confere um tom realista à narrativa, que, ao empregar os termos fantasiosos criados por Rowling de maneira casual, como se fossem detalhes do cotidiano (“Accio!”, “estrunchou”), é hábil ao transformar o universo bruxo em algo absolutamente verossímil.
Esta, aliás, revela-se a grande contribuição do cineasta britânico David Yates para a série desde que a assumiu em A Ordem da Fênix: especialista em obras de fundo político, o diretor parece encarar a franquia Harry Potter como uma oportunidade de usar a fantasia para desenvolver temas mais profundos e, assim, quando vemos o trio principal sendo atacado em uma lanchonete, Yates roda a cena como se esta trouxesse um atentado político comum, extraindo tensão da emboscada armada por dois fundamentalistas sonserianos – e a maior evidência das sérias intenções do realizador pode ser encontrada no desfecho da cena, quando uma garçonete trouxa sai da cozinha e encontra o caos: em vez de usar o choque da moça como piada (algo Chris Columbus, por exemplo, faria sem hesitar), o britânico imediatamente a leva a fugir do local apavorada, já que aquela situação não é algo que deva ser tratado como fonte de alívio cômico.
Com longas passagens silenciosas que trazem os personagens tomados pelo cansaço ou pela pura depressão, Harry Potter 7.1 é também o primeiro filme da série a conseguir evitar completamente o tom episódico, sendo bem sucedido na complicada tarefa de ilustrar com eficiência a passagem dos meses e a extensão da jornada empreendida pelos heróis – e reclamar da “lentidão” da narrativa, neste caso, seria apenas um atestado da mais absoluta incapacidade de compreender as necessidades do projeto, exigindo ação inconseqüente de uma obra mais preocupada em retratar o desgaste de seus protagonistas.
Beneficiado pelo sempre brilhante design de produção de Stuart Craig, o longa emprega os grandiosos cenários não só para construir um mundo mágico convincente, mas também para evocar seus aspectos mais sombrios – e, neste sentido, a seqüência que se passa no Ministério da Magia se destaca ao trazer vários ambientes que, mesmo exibindo estilos radicalmente diferentes, mostram-se coesos em seu tema principal (os tons escuros baseados no preto, no dourado e no roxo) e na inquietação que provocam (como o tribunal que parece composto de vários caixotes empilhados, massacrando o réu em seu centro). Além disso, Craig e sua equipe merecem aplausos pela atenção conferida aos detalhes, como ao trazer o gabinete de Dolores Umbridge (Staunton) escuro como todo o resto do Ministério, mas ainda assim exibindo vários dos objetos de decoração que se encontravam presentes em sua rosada sala em Hogwarts.
Contando com efeitos visuais bem mais eficientes do que aqueles vistos no início da série, Harry Potter 7.1 finalmente traz o elfo Dobby (e também seu congênere Monstro) como uma criatura convincente e capaz, por isso mesmo, de protagonizar o momento mais tocante da projeção. Da mesma forma, David Yates consegue extrair tensão a partir do simples posicionamento de sua câmera, como ao enfocar Harry, Hermione e Rony a partir de ângulos mais elevados, deixando-os menores e mais vulneráveis, ou ao trazer Dolores Umbridge vista a partir de um ângulo baixo, tornando-a mais ameaçadora – e se isto não é particularmente sofisticado como linguagem, é eficaz o bastante para passar a mensagem que o diretor tem em mente.
Sempre enriquecido por um elenco que inclui vários dos nomes mais relevantes do cinema britânico, o filme traz, como novidade, o escocês Peter Mullan como um ameaçador Comensal da Morte e Rhys Ifans como o pai de Luna Lovegood – um sujeito que oscila entre o hippie e o ativista político de forma curiosa. E se Ralph Fiennes continua corretamente ameaçador como Voldemort, Radcliffe mais uma vez é bem sucedido ao retratar o peso experimentado por Harry diante de sua perigosa jornada, ao passo que Rupert Grint deixa de lado as gracinhas de Ron ao trazê-lo tão farto de todas as tragédias que testemunhou ao longo dos anos que parece prestes a deixar a raiva dominar suas ações, mostrando-se tentado até mesmo a executar seus inimigos. Mas é Emma Watson quem, pela primeira vez na série, realmente se mostra encarregada de carregar o peso dramático da narrativa nas costas desde sua primeira cena, provando que a segurança trazida pelos anos a afastou daquela atriz-mirim engraçadinha que tendia ao overacting em todas as suas cenas. Aliás, é a dinâmica estabelecida entre estes três últimos que serve como fio condutor do filme – e Yates demonstra conhecer bem os personagens ao incluir, no meio da projeção, uma cena belíssima que, enfocando uma dança de Harry e Hermione, revela-se doce e triste ao trazer dois jovens buscando desesperadamente alguma fuga momentânea de uma realidade dura demais para ser encarada continuamente.
Fugindo do padrão do restante da série ao incluir uma espécie de interlúdio que, através de uma animação estilizada, nos apresenta a uma fábula que desempenha papel importante na narrativa, Harry Potter 7.1 pode ser perfeitamente resumido através do plano que traz Hermione com as mãos sujas de sangue enquanto evoca, assustada, feitiços que possam proteger seus amigos – uma imagem bastante distante daquelas que traziam a menina como uma caxias que só pensava em tirar boas notas em Hogwarts (que, aliás, nem é vista neste filme). É natural, portanto, que logo no início do filme Harry surja revisitando com um ar nostálgico o famoso “armário sob a escada” no qual viveu apertado durante 11 anos – e embora o rapaz não diga nada, não é absurdo supor que, de certa forma, esteja constatando que aquela talvez não tenha sido uma época tão ruim quanto supunha.
18 de Novembro de 2010

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SPOILER: Se você quer guardar grande parte das surpresas para o dia da estreia sugerimos que não continue lendo.

Dividiremos em tópicos as informações que nos foram dadas através de um jornalista conhecido de um membro de nossa equipe, que assistiu a uma exibição para emprensa do último filme de Harry Potter. Existem muitas coisas que já sabíamos, mas colocamos tudo que foi nos passado. Se houver mais informações, colocaremos.

- O simbolo da Warner aparece sendo corroído, e o título do filme aparece depois de uma apresentação do trio.

- Dursleys não falam quase nada. Tia Petúnia aparece por, sem exageros, 1 segundo na tela.

- A cena da transformação 7 Potters é mais longa do que a que foi liberada na internet.

- A morte de Edwiges pode arrancar lágrimas dos mais sensíveis.

- No casamento, não demora muito para o Patrono de Kingsley chegar.

- As cenas de Dobby no Largo Grimmald foram engraçadas e interessante, apesar de não estarem no livro.

- Depois do ataque ao Ministério (que é melhor que o ataque nos ceús em 7 Potters), o filme diminui bastante o ritmo. Mas para quem é fã, os diálogos serão bem atraentes.

- Muitos flashbacks do sexto filme.

- Dobby aparece em mais partes nas cabanas.

- A relação do trio fica muito conturbada, e o cíumes de Rony em relação a Harry e Hermione te deixa com medo do que ele possa fazer.

- Tem mais ação em Godric Hallows do que no livro, porém Voldemort não aparece por lá.

- O medalhão não mostra somente Harry e Hermione se beijando, mas também joga aranhas em cima de Rony.

- A casa dos Lovegood lembra a Toca, e realmente se tem muita raiva do pai de Luna quando ele quebra o Tabu propositalmente.

- A atuação de Helena e Emma são excepicionais na cena da Mansão Malfoy. Bellatrix parece verdadeiramente uma psicopada, batendo e cortando todos em sua frente.

- A morte de Dobby é a mais comovente da série (finalmente David Yates acerta no drama).

- A última cena consiste em Voldemort indo até a ilha onde está o túmulo de Dumbledore através de um barco, quebra o túmulo, se depara com o corpo do diretor, arranca a Varinha de suas mãos e joga um raio no ceús. Após isso, os créditos aparecem.

Faltam 3 dias para você ver tudo isso refletido na tela do cinema!

Postado por @FromHogwarts segunda-feira, 15 de novembro de 2010 0 comentários Ler Mais

Extraído da Revista Época - Por Julio Lamas

Com a primeira parte de "Harry Potter e as Relíquias da Morte" chegando aos cinemas no dia 19/11 e as salas de cinema mais uma vez se enchendo de fãs, a pergunta que todo editor de livros gostaria de poder responder é: "Onde está o próximo Harry Potter?" ou "Como conseguir sucesso igual com um livro infantil?".

Segundo o crítico e doutor em Literatura Infantil Peter Hunt, talvez a série Harry Potter tenha sido um fenômeno cultural por fornecer os valores morais que faltam aos nossos tempos, dentro de uma narrativa que reflete as incertezas e dúvidas da pós-modernidade e que afligem tanto os jovens quanto as suas famílias.

O Dr. Peter Hunt é autor de Crítica, Teoria e literatura infantil (Cosac&Naify), editor da International Companion Encyclopedia of Children's Literature (Rutledge). É também professor emérito de Literatura Infantil da Cardiff's University, o primeiro curso do gênero na Grã-Bretanha e como um dos críticos mais importantes de literatura infantil do mundo obteve reconhecimento internacional com os prêmios International Brothers Grimm Award (Japão) e o Distingued Scholarship Award (Estados Unidos). 

Acervo Pessoal

ÉPOCA – O que a série Harry Potter representa para literatura infatil contemporânea?
Peter Hunt -
Coisas boas e coisas não tão boas! A mais óbvia é que a série elevou o perfil da literatura infantil - mais pessoas estão pensando e falando sobre isso. Eventos e conferências relacionadas aos livros infatis agora ganharam mais publicidade e a discussão sobre a alfabetização aumentou. O número de filmes sobre fantasia também aumentaram muito. No entanto, em países de língua inglesa principalmente, isso não tem se traduzido em crianças lendo mais. O efeito negativo é que todos os editores e publishers parecem estar procurando pelo 'clone' do Harry Potter - uma cópia que alcançará o mesmo patamar de sucesso - e o resultado tem sido um monte de imitações um tanto chatas, que limitaram ainda mais a publicação de material original.

ÉPOCA – Além do enorme sucesso comercial, quais são as principais características dos livros de J.K. Rowling que são tão apelativas aos jovens desta geração? E como a série se diferencia de outros fenômenos culturais do século XX?
Hunt -
Essa é uma pergunta que muitos editores gostariam de ter a resposta para! O sucesso de Harry Potter deve ter muito a ver com o fato de ser o livro certo na hora certa. Contem muito dos valores e das idéias tradicionais - disciplina, um mundo paralelo no qual as crianças são importantes, o retratos dos adultos do mundo real como incompetentes - os trouxas -, um forte apelo para o trabalho em equipe, amizade,o núcleo familiar, honestidade, lealdade e sacrifício tudo em face da crueldade e da maldade. Quase todas essas coisas parecem atender uma demanda, tanto de crianças quanto de adultos, num tempo em que o mundo ocidental parece ausente desses elementos. Mas o fato da série ter sido tão comercializada e copiada, pode ter diluído esse efeito e seu sucesso se prolonga, porque o seu marketing é bem feito. Eu acho que esse é o caso raro de um livro que falou com a necessidade das pessoas no momento exato - por isso acredito que esse tipo de sucesso não será repetido por um bom tempo.

A maioria dos elementos no livro - escola, mágica, o anti-herói - são tradicionais e não são por si garantia desse apelo que o Harry Potter tem com as massas - na verdade uma história que se passa num colégio interno inglês exercer essa atração é um mistério.

O fato de Rowling criar uma grande e detalhado mundo possa ser a maior fator na popularidade do livro, basta comparar com [J.R.R.] Tolkien e sua "Terra Média" (a série 'O Senhor dos Anéis"). Os leitores podem "aprender" esse mundo e se tornar "locais".

ÉPOCA – Quais são os principais valores encontrados em Harry Potter? De alguma forma eles entram em conflito com os valores da realidade, como os da religião?
Hunt -
Como eu disse, muitos dos valores que encontramos nos livros são negligenciados no 'nosso' mundo, o mundo dos 'trouxas'. A única coisa que falta na obra é religião, apesar de agregar muitos dos valores cristãos e da ética ocidental. É muito estranho que livros com elevação da moral humana, amor, generosidade, valores familiares e trabalho duro, assim como todas essas coisas tradicionalmente idealizadas, acabam sendo atacadas por líderes da Igreja. Talvez o sucesso do livro devesse mostrar para os adultos o que as crianças realmente querem, e não está sendo dado pelo mundo adulto.

ÉPOCA – Harry Potter de alguma forma moldou ou reflete a maneira de pensar e agir de seus leitores?
Hunt -
Não estou certo de que isso possa ser mensurado, mas suspeito que os livros que absorvem os seus leitores, como os livros do Harry Potter fizeram, devem transmitir suas posições ideológicas. Então, a sua influência não deve ser refletida no comportamento a curto-prazo, mas nas suas atitudes subjacentes lá no futuro. E isso é o que preocupa quem não aprova os livros, porque tudo o que eles veem é mágica e feitiçaria e eles não conseguem ver que se trata de uma peça, uma ficção. O maior problema de Harry Potter é com as pessoas que acreditam de fato em mágica, feitiçaria e no mal como algo encarnado, real. E como essas crenças geralmente tendem a ir junto com a fé religiosa, há muitos pensamentos confusos ao redor.

ÉPOCA – Como Harry Potter sobreviverá ao tempo e como será lembrado no futuro?
Hunt -
Impossível dizer. Muitos best-sellers são completamente esquecidos, mas pode acontecer de Harry Potter ter sido tão grande e ter quebrado tantos recrodes de venda que manterá seu lugar na história. E como os livros infantis são passados dos pais para os filhos, e muitos pais e futuros pais foram influenciados pela série, que podemos contar com a certeza de que os livros do Harry Potter estarão por aí por um bom tempo. Mas depois disso, o mundo dá voltas e a vida segue, e Harry Potter ainda é, como eu disse, um livro de seu tempo e em 50 anos pode não ser tão interessante.

Postado por @FromHogwarts domingo, 14 de novembro de 2010 0 comentários Ler Mais


Capítulo 6: Ela! Aos Pés de Snape!

"Verdade e Confiança... Eu só Precisava Disso! Mas Descobri que Compreensão é para os Fracos e Solidão, para os Fortes!"
"E Eu Sou Forte!"
Snape decidira que por mais falta que sentisse dela, não iria procura-la outra vez. Ele não fizera nada para que ela sumisse de novo. Nada! Nada! Não falara com Dumbledore como prometido, não questionara de onde vinha a magia que a protegia o tempo todo, não insistira mais em saber o que ela havia feito de tão ruim a ponto de afastarem-na de Hogwarts! Ele não tinha feito absolutamente nada que a contrariasse, por isso... não iria a sua procura.... Não! Não iria... apesar do desejo quase incontrolável de sair por aí vasculhando cada pedacinho de dentro e de fora de Hogwarts.
Mas Snape logo percebeu que isso não seria necessário ao ouvir baterem em sua porta. "Ela!", pensou ao mesmo tempo em que sentia o coração disparar. "Só pode ser ela!".
Com um movimento de varinha, abriu a porta sem mesmo sair da frente de sua escrivaninha onde estava analisando o material para a aula do dia seguinte. A porta se abriu e por ela Gillian entrou com os olhos no chão.
— Onde você esteve? — foi a primeira coisa que Snape perguntou, mas sem exaltar a voz. Estava satisfeito por ela estar de volta.
— Eu não posso mais ficar, Severus. — ela disse ainda sem tirar os olhos do chão.
Snape levantou-se da cadeira onde estava num salto.
— O quê? — indagou se aproximando mais dela e levantando sua cabeça com uma mão para que Gillian olhasse diretamente para ele, em seus olhos — O que foi que você disse, Gillian?
— Eu preciso muito que você me perdoe, Severus! Por tudo o que eu fiz.
"Por tudo o que ela fez.".
De novo a frase acusadora. Estaria ela disposta agora a confessar o que fizera? E se sim, o que a teria feito mudar de idéia assim de forma tão repentina?
— Afinal, o que você fez, menina? Me diga logo de uma vez e acabemos com esse mistério! — Snape pediu ainda segurando o rosto dela com a palma de uma mão.
— Eu... matei... — ela disse, desviando o olhar do dele, aparentando uma terrível vergonha — matei uma pessoa...
— Você fez o quê?! — Snape vociferou perplexo.
Os olhos de Gillian encheram-se de água e ela afastou-se abruptamente de Snape.
— Eu preciso ir embora!
Mas Snape foi ágil o suficiente desta vez para segura-la firme pelo braço antes que sumisse dali num piscar de olhos como costumava fazer. O que estava acontecendo? Que outra loucura era aquela agora?
— Começou, termine! — ele falou, voltando à sua aparência dura de sempre enquanto prendia violentamente os olhos dela nos seus.
— A idéia... — Gillian fechou os olhos por não conseguir enfrentar aqueles dois negros abismos à sua frente, consumindo-a em furor; as lágrimas, contudo, escorriam mesmo deles fechados — era vir até aqui e pedir-lhe perdão por ter... — as palavras saiam fracas, provavelmente não pelo choro, mas pela dor que ela parecia sentir — por ter cometido esse crime por você, mas... — sorriu, porém Snape sentira que era um sorriso de tristeza; poderia alguém sorrir de tristeza? — mas eu não pude deixar de ama-lo outra vez. Fraca! — e neste momento ela quase gritou comprimindo os olhos com força — Fraca! Como sempre fraca quando se trata de você, Severus Snape!
Snape então sentiu-se mais uma vez arrastado àquele ponto em que ele não estava entendendo nada e odiou sentir-se novamente naquela situação.
— Me explique de uma forma que eu possa entender. — Snape apenas sussurrou; estava atordoado demais para falar mais alto.
Percebendo, porém, que Gillian nada falaria por enquanto, pois toda e qualquer palavra naquele momento seria inevitavelmente sufocada pelas lágrimas, Snape a guiou até a cadeira em que estava há pouco e a sentou lá. Gillian agora cobrira o rosto com as mãos intensificando ainda mais o choro. Ele bem que gostaria de dizer que estava tudo bem, mas a verdade era que ele não fazia idéia se estava ou não. Estava perdido naquele mar de confusões. Confusões de idéias e de... sentimentos!
Snape permaneceu de pé à frente dela e esperou pacientemente até que ela se acalmasse.
— Você não faz idéia... — os olhos de Gillian estavam perdidos num ponto qualquer do espaço agora que se acalmara um pouco, mas as lágrimas ainda estavam lá, escorrendo mais lentamente pelas laterais — de como eu sofri e sofro por tudo isso, mas infelizmente não me cabe explicar essa terrível situação, Severus. Eu só precisava de um perdão, um perdão por ter cometido um erro fatal. Eu só devia vir até aqui e cair de joelhos aos seus pés, implorando que você me perdoasse. Eu tirei a vida de alguém alegando ter sido por sua causa e preciso ser perdoada por isso... por você... — nesse instante Gillian caiu literalmente aos pés de Snape encostando a testa sobre eles; os olhos voltando a inundar-se; o choro misturado com as palavras entrecortadas — Ao invés disso, eu... eu deixei meus sentimentos me dominarem. Outra vez eu fiz isso!
— Não basta, senhorita Ridley. — e Gillian sentiu o mundo girar ao seu redor com a mudança de tratamento. Snape falara friamente sem demonstrar qualquer sentimento, mesmo que de pena, em sua voz. Mal olhava agora para a garota postada aos seus pés; era como se a fosse enxotar de lá a qualquer instante com um chute.
— Não há mais nada que eu possa dizer, só que... só que preciso que me perdoe para que eu vá embora. Só diga que me perdoa e prometo que o deixarei em paz! Eu prometo, Severus! — disse ainda entre soluços.
— Não! — Snape respondeu ainda com mais rispidez e psicologicamete atordoado com a frase "prometo que o deixarei em paz". Paz? Deixar em paz? Não! Na mente de Snape as palavras "deixar" e "paz" não combinavam de modo algum — Se não vai me contar do que realmente se trata tudo isso, eu não vou perdoa-la... Não vou perdoa-la de maneira alguma!
Gillian voltou a fechar os olhos, apertando-os com muita força, como se estivesse fazendo um grande esforço para suportar uma forte dor. As palavras de Snape pareciam machuca-la.... E machucavam! Em todos os sentidos imagináveis e inimagináveis da dor.
— Se algum dia teve realmente aulas de poções comigo deve saber que existe uma poção chamada Veritaserum. — disse ele com o olhar parado.
Gillian sabia para que servia aquela poção, era a poção da verdade. Quem a ingerisse só falaria a verdade. Ainda aos pés de Snape, ela ergueu a cabeça e dirigiu-lhe um olhar. Snape também a olhou e estremeceu ao ver aqueles olhos sempre tão brilhantes em puro desespero agora.
— Vá em frente... — ela murmurou fracamente como se por algum motivo suas forças estivessem se esgotando.
Snape, entretanto, tinha a segura sensação de que isso também não iria funcionar com ela e no fundo, não queria fazer isso de forma alguma. Queria sim saber do que afinal Gillian estava falando todo esse tempo, queria que ela confiasse nele. Não sabia... sinceramente não sabia se conseguia acreditar em tudo o que ouvira. Como? Como Gillian poderia ter tirado a vida de alguém? Nada, desde o início, fizera sentido! Nada fizera sentido!
— Nada faz sentidoooooo! — ele gritou ofegante — Escutou, senhorita Ridley! Na--da! Nada faz sentidooooo! — e gritou de novo apertando os punhos com força até sentir as unhas enterrarem-se na palma de suas mãos.
Gillian mais uma vez apertou os olhos em sinal de dor e mais lágrimas escorreram dali.
— Mudei de idéia quanto à Veritaserum! — Snape falou, voltando a controlar o tom de sua voz que se tornou solene e impessoal. Rispidamente afastou-se dela, livrando-se de sua presença aos seus pés e deu a volta nos calcanhares ficando de costas para Gillian — Se o que pretende é deixar-me em paz como disse então... o faça agora. — um breve silêncio — Vá embora daqui!
Nenhum movimento. Aparentemente ela não levantara-se lá do chão de onde estava para se retirar dali como ele ordenara.
— Pelas chamas do inferno! Já falei para ir embora! — ele berrou voltando a olhar na direção onde a deixara jogada para encontrar o local totalmente vazio.
Snape olhou para os lados apenas com o movimento dos olhos. "Sozinho!", ele pensou ao constatar sua situação. "Como sempre! Como sempre...", completou.

---

O dia começava a amanhecer.
Snape permanecera sentado de frente para sua escrivaninha durante toda a noite. Seus olhos, contudo, não voltaram a se fechar. Estavam abertos e até mesmo quase nem piscavam presos num determinado ponto que ele nem sabia qual exatamente, assim também como seus pensamentos! Presos! Presos! Presos! Não conseguia libertar os pensamentos! Eles estavam presos.... a ela! Aos olhos dela! Às palavras dela!
Mas Snape sabia o que tinha que fazer. Sabia que era a hora de esclarecer tudo de uma vez por todas. Enfim, ele saberia quem era Gillian Ridley.
*********
— Gillian White Ridley! — o professor de poções praticamente gritou o tal nome ao entrar na sala do diretor Dumbledore — Quem é essa garota?
— Bom dia para você também, Severus. — e Dumbledore sorriu.
— Bom dia, diretor! — Snape o cumprimentou com um leve baixar de olhos percebendo que não fizera a melhor de suas entradas.
— De quem você estava falando mesmo?
— Preciso saber quem é Gillian Ridley.
Dumbledore o olhou seriamente.
— Eu já o espero com essa pergunta há mais ou menos uns dez ou onze dias, Severus. Mas algo deve tê-lo impedido de ter vindo antes, não é mesmo?
Snape desviou o olhar para o lado. Então Dumbledore sabia do retorno daquela aluna à Hogwarts. Um certo sentimento de vergonha acabava de lhe dominar a mente após ouvir tais palavras. Merlin! Será que ele também já sabia de tudo o que ocorrera? O que esse homem não sabia afinal de contas?
— Senhor, eu gostaria de informa-lo que esta aluna não está oficialmente reagrupada à sua casa Grifinória e que por achar que não é do conhecimento dos coordenadores desta Escola o seu retorno, passa as noites a esmo, na maioria das vezes pelos arredores de Hogwarts.
— É, eu sei, Severus. Eu sei.
— E o que faremos? — Snape fez a pergunta dando a entender que não apoiava a calma de Dumbledore ao admitir já saber de toda essa situação.
Dumbledore ficou sério. Passara agora a observar calado o professor de poções a sua frente como se o estivesse avaliando a fundo. Snape, por sua vez, sempre tinha essa sensação quando os olhos de Dumbledore caiam sobre si, que estava sendo profundamente avaliado.
— A propósito, senhor, o que a senhorita Ridley fez de tão grave para ser afastada de Hogwarts?
— Você não lembra mesmo, não é verdade, Severus?
— Não. — Snape admitiu, intimamente contrariado por ter deixado passar algo provavelmente tão sério a ponto de afastar uma aluna daquela Escola.
— Eu pediria que você se mantivesse calmo, está bem?
Que raios de pedido era aquele? Snape não entendeu o porquê de Dumbledore lhe pedir tal coisa. Claro que ele sempre se manteria calmo, fosse qual fosse a situação. E com certeza ali não haveria qualquer razão para perder a calma. A garota garantira ter tirado a vida de alguém, coisa que ele não chegara mesmo a acreditar, mas como já ouvira tanto ela falar isso na noite anterior, não mais perderia a calma se realmente fosse verdade. Estava mesmo preparado para ouvir que Gillian Ridley tirara de fato a vida de alguém.
— Eu estou bem. — Snape limitou-se a responder.
— Acho que seria prudente você sentar-se. — Dumbledore apontou-lhe uma cadeira.
Tanto mistério! Snape já estava ficando quase tão irritado com Dumbledore quanto ficara com Gillian.
— Eu estou bem de pé, senhor, não se preocupe.

Continua...

Postado por @FromHogwarts sábado, 13 de novembro de 2010 2 comentários Ler Mais

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