Últimas Postagens

Mostrando postagens com marcador ese. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ese. Mostrar todas as postagens


Leia a Parte 1 aqui.

Parte Final

Já eram 19 anos de trevas. Lord Voldemort chegara ao limite de seu poder: ele era oficialmente o Ministro da Magia. Não só o mundo bruxo sofria com sua liderança, os trouxas estavam sobre poder de um homem controlado por Voldemort através da maldição Imperio. Quase metade da população da Europa já havia sofrido um ataque de comensais, e as clínicas psiquiátricas estavam lotadas. Se aproximava o momento de anunciarem a existência de bruxos oficialmente, o que já era evidente. Só resta saber se grande parte da população acreditaria, antes de se tornarem vítimas.

Era tempo de volta as aulas, que agora era direito somente dos sangues puros. Bruxos nascidos trouxas ou mestiços eram obrigados a aprender e aperfeiçoar suas magias em casa, com seus pais. Porém, a maioria destes nem mesmo uma casa possuía, pois nenhum de sua família continha oportunidades naquela sociedade das trevas. Lhe restavam apenas becos, ruas escuras, roupas velhas e pouca comida.

Contudo, grandes bruxos ainda eram valorizados, minimamente, mas eram. Hermione Granger e sua família dependiam de sua esperteza e enorme habilidade, para manter uma vida apropriada. Voldemort era poderoso, porém era um homem receoso, e o que menos queria era ocupar-se em batalhar contra um grupo reerguido que sobrevivera a Segunda Guerra.

Hermione e Rony, seu marido, chegaram a Plataforma 9 ¾ para embarcar sua filha Rosa no expresso de Hogwarts, a mais famosa escola de Artes das Trevas da Grã-Bretanha. Gina e Dino os acompanhavam para embarcar o encolhido Harry. Ninguém estava ansioso, exceto Escórpio cujo pai o segurava pelos ombros com a expressão totalmente contrária a do filho.

Horas depois, quando o trem começou a andar, as pequeninas mãos das crianças saltaram pelas janelas a acenaram aos pais. Rony, Hermione e Gina permitiram que lágrimas brotassem de seus olhos. Essas lágrimas, que agora percorriam suas faces, surgiram não somente pelo sentimento de ver seus filhos partindo, mas também por lembranças. Lembranças do tempo em que passavam por aquilo com o garoto que doou sua vida para tentar salvar a todos. As melhores lembranças de suas vidas. 

E eles sabiam que cada minuto ao lado do menino-que-sobreviveu não havia sido em vão. Sabiam que ainda havia uma esperança, sabiam que Voldemort tinha somente uma alma a ser destruída – a qual estava dentro dele mesmo. Sim, ainda havia esperança, graças a Harry James Potter.

Postado por @FromHogwarts terça-feira, 9 de novembro de 2010 2 comentários Ler Mais

 
Parte 1

Voldemort erguera a varinha. Sua cabeça ainda estava inclinada para um lado, como a de uma criança curiosa, imaginando o que aconteceria se ele prosseguisse. Harry encarou os olhos vermelhos e desejou que acontecesse naquele instante, rapidamente, enquanto ele ainda se mantinha de pé, antes que se descontrolasse, antes que traísse o seu medo...

Ele viu a boca se mover e uma clarão verde, A última coisa que passou por sua cabeça foi que esperava que seus amigos estivessem bem e nem notou que estava de fato morrendo. Então tudo desapareceu. Esse era o fim de Harry. Harry Potter. O Eleito.

O ar se encheu de passos apressados, sussurros e murmúrios solícitos.
- Milorde... Milorde. – Belatriz pronunciou como se falasse a um amante.
- Agora chega – Ouviu-se Voldemort. - O garoto... está morto? Examinem-o!
- Sim, milorde... está morto. - Disse Narcisa procurando sentir o pulso no corpo imóvel de Harry.
Então só se pode ouvir gritos de alegria de Voldemort e seus seguidores, misturado aos lamentos roucos de Hagrid.

A vontade de mostrar a todos no castelo, que Harry Potter tinha sido destruído por ele, transbordou o Lorde das Trevas. Mandou o gigante inconformado carregar o corpo até onde estavam todos. Após Hagrid erguer o corpo em seus braços, Voldemort os comensais saíram, como em uma procissão.

Ao chegar no castelo, que se encontrava devastado pela guerra que estava acontecendo, as pessoas que lutavam pelas suas vidas, mas principalmente pela vida de Harry, foram aos poucos percebendo que a guerra estava perdida, que Voldemort haviam ganho. Lentamente todos se viraram na direção do corpo sem vida do garoto e lentamente os gritos de pavor, tristeza e indignação foram crescendo.

- Viram? Enquanto vocês lutavam, o garoto que vocês tanto admiravam tentou fugir. Mas eu o matei. Agora tudo está acabado. Mas eu não os matarei, tenho outros planos para traidores da raça, mestiços e sangues ruins como vocês. Não os matarei porque quero ver o olhar em cada pessoa quando eu torturá-la por ter recusado juntar-se à mim, e os rostos contorcendo de dor, dos descendentes de cada um de vocês que duvidaram de mim. Tudo que vocês conhecem irá mudar, tudo que vocês amam vai acabar e vocês viverão com medo. Vocês viverão no meu mundo, viverão no mundo das trevas. - O olho vermelho do Lorde fulgurava em chamas, orgulhosos.

As lágrimas brotando dos olhos dos alunos, professores e moradores de aldeias próximos, pareciam um veneno para eles, um veneno que os deixava paralisados, sem forças para se mover. E então, nesta oportunidade, os Comensais de Voldemort avançaram para cima de todos, atirando suas varinhas para o alto. Pareciam elfos domésticos nas mãos de seus patrões. Na verdade, este seria o futuro de cada bruxo daquele. E provavelmente cada trouxa.

Hermione e Rony estavam abraçados nas escadarias de Hogwarts. Um pouco diferente dos outros, se moviam, um consolando o outro a perda do melhor amigo. Isto não impediu de um comesal puxar o braço de Mione brutamente, tirando ela dos braços de seu amor. Rony reagiu, como reagiria a qualquer coisa que causasse dor a menina. Mas seus braços estavam presos por outro comensal. A única coisa que pode fazer foi soltar um grito agudo. Grito pesaroso que sobressaiu todos os gemidos e lamentos dos "elfos" sendo castigados...

Continua... 


Leia a Parte Final aqui.

Postado por @FromHogwarts terça-feira, 26 de outubro de 2010 2 comentários Ler Mais

"Eu sou sonâmbula, sabia? É por isso que eu durmo de sapatos."

Luna Lovegood

Parceiros

Em Breve